Morte: principio e fim no De Rerum Natura

Autores

  • Maria da Glória Novak Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.24277/classica.v7i0.665

Palavras-chave:

Epicurismo, dissolução, renovação, moral, suicídio.

Resumo

Nada vem do nada, e nada se torna em nada, visto que os princípios dos seres são eternos e imutáveis. Em compensação, tudo o que nasce está destinado a morrer – e também assim o homem e o seu mundo e todos os mundos que houver. O espaço é infinito, a matéria está eternamente em equilíbrio, e tudo muda ao seu tempo. A natureza, de uns seres, constrói outros, e a morte e, assim, fisicamente reconstrução. Para o homem, no entanto, e para sua alma, será a morte o aniquilamento, o fim? Diz o epicurismo que a morte nada é para nós. Será verdade que ele nos aconselha a procurar esse nada? 

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Referências

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Publicado

1995-12-05

Como Citar

Novak, M. da G. (1995). Morte: principio e fim no De Rerum Natura. Classica - Revista Brasileira De Estudos Clássicos, 7, 117–126. https://doi.org/10.24277/classica.v7i0.665

Edição

Seção

A Morte, os Mortos no Mundo Antigo