Adivinhação e espírito científico na Mesopotâmia

Autores

  • Jean Bottéro École Pratique des Hautes Études
  • Filomena Yoshie Hirata Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.24277/classica.v4i4.584

Palavras-chave:

Mesopotâmia, adivinhação, ciência antiga, espírito científico.

Resumo

Ler o futuro no fígado dos animais pode favorecer o raciocínio empírico, a dedução e o espírito de sistema. Os antigos habitantes da Mesopotâmia provaram-no ao inventar assim o espírito científico mais de 1000 anos antes de Cristo.

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Biografia do Autor

Jean Bottéro, École Pratique des Hautes Études

Assyriologie

 École Pratique des Hautes Études, EPHE

Filomena Yoshie Hirata, Universidade de São Paulo

Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Universidade de São Paulo, USP

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Publicado

1991-12-01

Como Citar

Bottéro, J., & Hirata, F. Y. (1991). Adivinhação e espírito científico na Mesopotâmia. Classica - Revista Brasileira De Estudos Clássicos, 4(4), 25–34. https://doi.org/10.24277/classica.v4i4.584

Edição

Seção

Adivinhação no Mundo Antigo