Modos de conocimiento en Plotino

Autores

  • María Isabel Santa Cruz Universidad de Buenos Aires

DOI:

https://doi.org/10.24277/classica.v19i1.104

Palavras-chave:

Plotino, modos de conhecimento, Um, inteligência, alma, conhecimento de si.

Resumo

Modos de conhecimento em Plotino. Após recapitular as grandes linhas do sistema plotiniano, o estudo analisa três formas de conhecimento que caracterizam os três níveis do real ou hipostases. Na inteligência, noûs, chamada nível noético, há um tipo de conhecimento autêntico, que é o conhecimento de si. Na alma, psyché, nível dianoético, há um tipo de conhecimento discursivo, que é conhecimento de si apenas em um sentido secundário e derivado. No Um, tò hén, nível supranoético, só podemos falar em conhecimento de si em sentido translativo e « elevado », porque o primeiro princípio do real, por ser unidade absoluta, não admite o pensamento, nem de oura coisa nem de si mesmo, mas, ao mesmo tempo, não é algo inerte, mas plenitude absoluta. O estudo procura mostrar de que maneira Plotino se embasa no modo de conhecimento da inteligência, da qual se serve como ponto nodal, com o intuito de articular os três modos de conhecimento e de caracterizar um « infra-conhecimento de si », o da alma, e um « supra-conhecimento de si », o do Um.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BEIERWALTES, W. ‘Selbserkenntnis’: Selbsterkenntnis und Erfahrung der Einheit. Plotin Enneade V, 3. Text, Úbersetzung, Interpretation, Erläuterungen. Frankfurt/Main: Klostermann, 1991.

CILENTO, V. Contemplazione. In: ______. Saggi su Plotino. Milano: U. Murcia & Co., 1973.

CILENTO, V. Paideia antignostica. Ricostruzione d`un unico scritto da Enneadi III 8, V 8, V 5, II 9. Firenze: Le Monnier, 1971. (Biblioteca Nazionale, Serie di Classici Greci e Latini. Testi con Commento Filologico, v. 9)

COSTA, C. D’Ancona. Plan du traité. In: DIXSAUT Monique (Ed.). La connaissance de soi. Études sur le traité 49 de Plotin. Paris: Vrin, 2002. p. 173-177.

DIXSAUT Monique (Ed.). La connaissance de soi. Études sur le traité 49 de Plotin. Paris: Vrin, 2002.

EBOROWICZ, W. La contemplation selon Plotin. Giornale di Metafísica, v. 12, n. 4, p. 472-518, 1957.

FATAL, M. (Ed.). Études sur Plotin. Paris: L’Harmattan, 2000.

GERSON, L. Plotinus. London; New York: Routledge, 1994.

HADOT, P. Être, Vie, Pensée chez Plotin et avant Plotin. In: DODDS, E. R. (Ed.). Sources de Plotin. Vandoeuvres; Genève: Fondation Hardt, 1960. p. 107-157. (Entretiens sur l’Antiquité Classique, v. 5)

HAM, B. Traité 49 (V, 3). Les Écrits de Plotin publiés dans l’ordre chronologique. Intr., trad., comm. et notes, sous la dir. de P. Hadot. Paris: Éd. du Cerf, 2000.

HUNT, D. Contemplation and hypostatic procesión in Plotinus. Apeiron, v. 15, n. 2, p. 71-79, 1981.

KÜHN, W. Comment il ne faut pas expliquer la connaissance de soi-même. In: DIXSAUT Monique (Ed.). La connaissance de soi. Études sur le traité 49 de Plotin. Paris: Vrin, 2002. p. 229-266.

LAVAUD, L. Structure et thèmes du Traité 49. In: DIXSAUT Monique (Ed.). La connaissance de soi. Études sur le traité 49 de Plotin. Paris: Vrin, 2002. p. 179-207.

OOSTHOUT, H. Modes of Knowledge and the Transcendental. An Introduction to Plotinus Ennead 5.3 [49]. Amsterdam; Philadelphia: B.R. Grüner, 1991.

SANTA CRUZ, Maria Isabel. L’Un est-il intelligible?. In: DIXSAUT Monique (Ed.). La connaissance de soi. Études sur le traité 49 de Plotin. Paris: Vrin, 2002. p. 73-90.

SCHWYZER, H. R. Bewusst und Unbewusst bei Plotin. In: DODDS, E. R. (Ed.). Sources de Plotin. Vandoeuvres; Genève: Fondation Hardt, 1960. p.341-390. (Entretiens sur l’Antiquité Classique, v. 5)

VIOLETTE, R. Les formes de la conscience chez Plotin. Revue des Études Grecques, v. 107, p. 222-237, 1994.

WARREN, E. Consciousness in Plotinus. Phronesis, v. 9, p. 83-97, 1964.

Downloads

Publicado

2006-07-27

Como Citar

Santa Cruz, M. I. (2006). Modos de conocimiento en Plotino. Classica - Revista Brasileira De Estudos Clássicos, 19(1), 59–73. https://doi.org/10.24277/classica.v19i1.104

Edição

Seção

Artigos